Acho que toda mulher que percebe "tarde" a gravidez se assusta com "Meu Deus, eu bebi, eu fumei, eu fiz radiografia, tomei vacina, ETC ETC e NÃO TOMEI ÁCIDO FÓLICO!"
Já faz um tempo que a OMS (Organização Mundial de Saúde) recomenda que as mulheres em idade fértil (ou, de preferência uns 3 meses antes de engravidar) comecem a tomar ácido fólico diariamente para evitar mal-formações no primeiro trimestre gestacional (trocando em miúdos: os primeiros três meses).
E você pensa: "Cruzes! Nunca tomei isso!"
Primeiro de tudo: respire fundo e RELAXE.
Ele está presente em alguns alimentos (grãos integrais e folhas verdes). Que maravilha, né?!
Ah... você não come? Só come porcaria? Tudo bem também! Sabe porque? Porque a grande maioria dos farináceos (leia-se pão, biscoito, farinha de trigo, macarrão, massa de pizza, etc) tem trazido na composição o ácido fólico. Bendito seja!
A prescrição deste suplemento, segundo o livro "O que esperar quando você está esperando", é de 400 a 600 mcg de ácido fólico ao dia. Como você já ingere boa parte nos alimentos (graças ao enriquecemento da farinhas!) é bom você falar com seu médico para se certificar da dose adequada para você.
Desencane! Melhore sua alimentação a partir de agora, e: curta a barriga!
Este texto (em itálico) é um trecho de um livro já antigo ("Como cuidar de bebês de zero a um ano", Maria Tereza Maldonado, 1984), e muita coisa ali está desatualizada e não serve mais. Mas a maior parte dele é bem legal, e esse trecho em particular está muito bem descrito.
Este texto é especial para as leitoras que não conheço, pois quem é (ou foi) minha paciente já ouviu sobre aqueles momentos onde parece que o bebê não se acalma com nada. Não parece haver nada com a saúde física do bebê (dentes, febre, resfriado, frio, fome, calor,etc) e ainda assim o choro é incontrolável. Ou pior, fica incontrolável. E a cada minuto que passa, piora! É enlouquecedor, e daqui a pouco já se está tão nervosa que não há a mínima condição de acalmá-lo. Quem precisa de calma somos nós, nós é que acabamos querendo um colo.
O que fazer?
Eu sugiro que, se possível, o bebê troque de colo naquele momento.
"A sensibilidade do bebê é muito grande, desde que nasce. Pela pele e pelo ouvido, o bebê capta as emoções fortes das pessoas que lidam com ele. Por isso, muitas vezes, o neném chora quando alguém que está muito tenso, irritado ou impaciente o pega a colo ou lhe dá comida com movimentos bruscos e ásperos ou falando alto com irritação; por outro lado, tranquiliza-se e sorri quando alguém lhe pega com firmeza e suavidade e lhe fala docemente. Os bebês se assustam quando ouvem barulhos fortes e repentinos, embora consigam, com relativa rapidez, acostumar-se a uma casa com várias crianças circulando e falando alto perto dele."
Quando você retomar a tranquilidade, pegue de novo seu bebê e converse com ele (não em forma de tratado explicativo, mas da forma que se conversa com os bebês, mesmo que ele seja ainda muito pequenininho e todas as pessoas à sua volta jurem pra ti que ele não está entendendo patavinas).
Estes momentos fazem parte e são dos mais difíceis da tarefa diária de mãe: o choro incontrolável. Por vezes são as necessidades básicas que não foram satisfeitas e outras vezes... bom, esta é uma outra postagem!
Um beijo e até amanhã! (Ontem não postei pq eu fiz um texto imenso e na hora de publicar deu pane!)
Atenção: desvantagem da amamentação! (É óbvio que eu tô brincando!)
Um belo dia meu filho olhou para mim e disse: "Papapa".
Hã? Não meu filho. Eu sou "mã-mãe".
E ele bateu em meu peito duas vezes e me disse (convicto): Pa-pa-pa.
Os dias passaram, ele andava pela casa, pegava as fotos dos porta-retratos e dizia: ohhhh, papapa!!!!
E foi isso que eu virei: uma papapa! Uma papapa ambulante.
A Cris (secretária lá da clínica) disse - muito bem dito por sinal: "Ah, que lindo! Mas a papapa é a melhor coisa... enche eles de prazer. Eu acho que é isso que eles enxergam quando nos olham: uma grande papapa."
E meus dias de papapa seguem, meu filhote ainda mama, mas faz uma semana que eu finalmente virei: "ma-ma-ma".
Já prestou atenção que muitas mulheres entram em trabalho de parto na madrugada? Não são todas, é verdade (até pq, hoje em dia, quase não se entra em trabalho de parto, já se faz cesárea com data agendada), mas são muitas.
Bom, eu conheço pelo menos duas teorias que se propõem a explicar o fenômeno:
a primeira delas diz que é quando relaxamos e dormimos que conseguimos prestar atenção ao corpo, e que, talvez, durante o dia, o corpo já estivesse em início de trabalho de parto, mas de tão suave que seria este início e/ou de tão atarefada que estaríamos com nossa rotina diária, não seria possível perceber estes sinais;
a teoria de número dois fala que isto seria próprio da espécie, ou seja: animais que tem vida noturna entrariam em trabalho de parto durante o dia e vice-versa. Mas por qual motivo teria de ser o turno contrário ao das nossas atividades normais? Por um único e simples motivo: a privacidade. Poder ficar só, poder não ser incomodada por ninguém. Poder só ter do lado quem realmente se quer no lugar que se escolher.
Qual delas é A verdadeira? Não se sabe. Teorias são sempre isso: teorias. Se teoriza pela necessidade de se achar sentido às coisas.
Se você entrar em trabalho de parto à noite, não se assuste.
Comece a contar suas contrações e, se perceber que é um trabalho de parto verdadeiro (e não um falso trabalho de parto - também chamado de pródromos) ligue para as pessoas que se dispuseram a lhe acompanhar e atender.
Um bom parto, uma boa hora e que vocês tenham bons sonhos!
Vou começar este texto falando sobre um assunto que é bastante discutido atualmente: o exercício físico para gestantes.
Quem, quando ficou grávida, ou estava perto de uma, ou até mesmo durante um assunto não ouviu a seguinte frase: “Agora tu não podes mais fazer esforço...”?
Por quê? Por que as pessoas sempre falam isso? A mulher descobriu que estava grávida e não pode fazer mais nada?! (Claro, nunca devemos esquecer que, realmente, há a gravidez de risco, mas não é desse caso excepcional que estamos falando agora.)
Essa “teoria” surgiu há pouco. Mas como, então, as gestantes se “viravam” durante a gestação? Como, até hoje, elas fazem nas regiões rurais? Como elas trabalhavam nas tarefas do lar, cortando lenhas, ajudando seus maridos, carregando as compras, filhos etc?
Essa idéia, de não poder fazer “praticamente tudo”, é errônea.
As mulheres podem – e devem – fazer exercício físico durante a gestação (SEMPRE com o acompanhamento de um profissional qualificado).
Os benefícios são diversos, como a melhora do sono, diminuição dos inchaços nos membros inferiores (pernas e pés) , diminuição nas dores lombares (costas), menos cansaço na hora do parto e uma recuperação muito mais rápida (principalmente no parto normal).
Tudo isso porque, após o exercício físico, liberamos o hormônio serotonina, que melhora o sono; por causa do exercício físico, melhora a circulação, o retorno venoso, diminuindo os inchaços; com o fortalecimento dos músculos paravertebrais e lombares, e adutores das coxas (parte interna), diminuímos as dores nas costas e nos preparamos melhor para o parto; e, sem falar que, uma pessoa com mais resistência se recupera mais rápido. Afinal, pessoas ativas se recuperam muito mais depressa que pessoas sedentárias.
Mas o mais importante: SEMPRE vá ao seu médico gineco/obstetra para ver se está tudo bem com sua gravidez e só comece o exercício após a liberação médica.
Tenham uma vida saudável você e seu bebê! Pratique exercícios físicos! Afinal, cuidar de você é o primeiro cuidado com seu bebê.
(Isadora Larrosa é Educadora Física, personal trainer e professora de Pilates da equipe Amadrecer).
Afim (afim... a fim...??? será junto ou separado? Help!) de conhecer um pouco mais as leitoras do BG e também para ajudar a divulgá-lo, fiz a comunidade "Eu leio o Blog da Gestante" no Orkut. (Esqueci de colocar na vitrine. Foi no dia 03 de janeiro.)
Eu costumo começar pelas ruins para não deixar gosto amargo na boca no final:
As atividades de Jaguarão não foram realizadas (as Rodas de Grávidas e de Amamentação);
E a Roda de Amamentação que "estreou" em Pelotas e o Grupo de Grávias, não teve ninguém!!! Tempo ruim? Calor insuportável? Chuva? Férias? Tudo isso é verdade... mas não sei qual foi o real motivo. Talvez pouca divulgação. Enfim, mês que vem tem de novo. Mesmo que tenha uma só pessoa, a Roda acontece. Você está convidada!
Agora o que foi legal:
O Hospital Santa Casa de Caridade de Jaguarão formalizou o trabalho realizado lá, aos fins de semana, de doulagem dos partos. Os responsáveis pelo hospital disseram que o projeto de acompanhamento do trabalho de parto, parto, pós-parto e amamentação vai ao encontro de tudo o que o hospital almeja. Ficaram felizes eles, fiquei feliz eu. Ficará feliz também quem usufruir do trabalho.
O site Pelotas Mais realizou uma seleção, no início do mês, para o conselho de colaboradores do site. Fui uma das selecionadas. Fiquei responsável por matérias relacionadas à saúde-materno-infantil. Aí a foto com a Rosane (editora da Zero Hora).
Surgiu um convite para realizar um trabalho em Brasília, no Encontro Nacional de Aleitamento Materno. Dependendo da verba necessária para o deslocamento eu vou! Tomara que dê tudo certo.
O Programa Vida Saudável, com o apresentador Ubirajara Mello, ia apresentar uma entrevista sobre o trabalho que venho realizando. E o que era para ser um programa, viraram dois! Ele gostou tando do assunto, e acreditou que teríamos tanto para falar que me convidou para gravar um segundo. E gravamos. Fiquei em dúvida se eu teria tanto assunto (cada programa tinha duração de quase uma hora) mas tive, e ainda faltou coisa para se falar. Nem eu sabia que sabia de tanta coisa!
Conheci a doula e psicóloga Juliana Sell, que tem o site Apoio Materno. Ela fez uma postagem sobre o nosso encontro também. Eu escrevi há uns dias atrás, aqui no BG.
E o site do Dr. Marcus Renato de Carvalho, o primeiro site brasileiro sobre aleitamento materno, o Aleitamento. com, indicou o Blog da Gestante (BG) logo após conhecer o site! Me senti honrada! Quando indiquei o site dele há quase um ano e meio atrás, ali nos links sugeridos, nunca imaginei que o inverso poderia acontecer.
Algumas outras coisas boas aconteceram e estão em vias de se concretizar, mas o resto só conto no fim do mês.
Formatura da irmã e do cunhado, família acampada aqui em casa, sono do filhote desregulado... quase o caos! Tá, exagero... Mas não deu pra produzir a vitrine. Tento escrever amanhã e no dia seguinte a agenda.
Sabe pq? Ela teve o bebê em casa, na banheira, com uma parteira!
Ó que legal! E disse mais: nada de anestesia. E não sentiu dor! Mas por qual motivo? Seria Gisele um tipo de mulher especial, que pode parir sem sentir dor? Não! Ela é uma mulher comum, assim como eu, como você, como aquela grávida que você viu ainda ontem passando pela rua... (tá, com alguns milhões a mais na conta, mas isso é detalhe). Ela poderia ter tido um parto mega-tecnológico, com o mais famoso dos médicos obstetras, com uma anestesia super-hiper-mega potente, num quarto de recuperação tipo 10 estrelas... Mas teve em casa. Certo que a casa dela deve ser quase como um hotel pelo conforto, mas não é isso que importa nesta decisão: é o ambiente familiar. A casa DELA.
Voltando à ausência de dor que ela relatou: certamente ela se preparou para o parto, com cursos, com leitura, com doula, pois contou que a cada contração sentia como se o bebê estivesse mais perto dela.
Quando eu estava grávida lembro de ver uma matéria em algum programa destes bem cultos, de fofoca , que mostrava "o parto das famosas". A matéria foi um desfile de mulheres imóveis, deitadas, por trás de um pano azulado (os famosos "campos"). Todas estavam tendo parto cesáreo. O único parto "diferente" (engraçado que o nome é "normal") foi a Bombom, um parto em banheira.
Bom, Gisele virou "Musa do Parto em Casa" para muitas ativistas.
Eu disse isso quando a Cláudia Leitte amamentou o bebê exclusivamente durante 6 meses, e repito agora com o exemplo da Gisele (o bebê de 6 semanas ainda está exclusivo no peito): é bom quando uma celebridade dá um bom exeplo. Certamente o alcance dos atos delas é mais forte do que a voz das ativistas. Mas a voz delas (das famosas) é fruto desses ativismos, no mínimo indiretamente.
É hoje às 19h, a primeira Roda de Amamentação de 2010 (e a primeira de que tenho notícia em Pelotas. Se não for me desculpe, me avise e eu retiro o que disse). Vai até as 20h.
Exibiremos vídeos, trocaremos experiências e sanaremos dúvidas sobre amamentação.
Endereço: Félix da Cunha, 772, sala 304.
Atenção: este é só o local cedido para as reuniões GRATUITAS da Amadrecer. Não é meu consultório.
Tá, bobagens a parte: esse site da Agência Fotogarrafa é D+! Se eu, que nem faço mais parte do time das "barrigudas sensíveis" , me emocionei... Te prepara. Clique aqui e sonhe...!!!!
Pois tu vê, hein?! Existem experts sobre parto até no Big Brother Brasil deste ano.
Semana passada, segunda mais especificamente, estava zapeando na TV antes de ir pro consultório e passando pelo canal ao vivo do BBB10 ouvi assim: "...parto de cócoras..." "ah, eu queria..." "blablablá"
Parei! Aumentei o volume e fiz "Shhhh" pro meu filho. Fiquei atenta ao que ouvia e me deu vontade de sair aos gritos!!! O Brasil podia estar vendo (e ouvindo) aquela GRANDE BOBAGEM!
O assunto era "parto de cócoras" mas eu quase que caí foi de quatro mesmo.
O Dourado (integrante de um BBB anterior) falava com um grupinho. Uma menina loira dizia que tinha muita vontade de passar pelo parto normal e tal. Até aí, beleza. Mas depois disso veio O Absurdo: o Marcelo Dourado falou que nos anos 80 era "moda" parir de cócoras, mas que "hoje em dia isso não se faz mais" porque "não é natural" (!!!!!) - deixa eu dar um berro, por favor????!!!! Falou que as índias tinham estrutura para o parto, mas que as outras mulheres não, e falou mais alguma besteira muito, muito séria que eu simplesmente esqueci!!! Se eu lembrar volto aqui e escrevo.
Primeiro: esta postura é super natural pois é a postura que as mulheres não civilizadas assumem perante o parto sem precisar aprender, fazem simplesmente por instinto. Segundo: sim, para as índias é mais fácil mas não é por isso que para as outras mulheres é impossível. Existem cadeiras e banquetas e apoio para o parto de cócoras (que, por sinal, foi um brasileiro que desenvolveu essa cadeira, sabia?) Terceiro: não era "moda", é estudo. E todo médico que, por ventura, venha a adotar essa postura pode facilmente perceber as claras vantagens dessa posição no parto.
Eu ficaria bem feliz se ele fosse a público e "des-dissesse" essa grande besteira que, quem não sabe ouve e até acredita.
Dia 21, na quinta que passou agora, marquei de encontrar a Juliana Sell, que estava passando a semana por aqui (Pelotas e Laranjal). Ela é psicóloga e doula, membro da Rehuna (Rede de Humanização do Parto e Nascimento) e tem um trabalho parecido com o meu em Florianópolis/SC.
Nós já havíamos trocado algumas poucas palavrinhas por uma lista de discussão, e quando ela disse que viria à Pelotas me prontifiquei para conhecê-la. Também soltei uma baaaaita gafe: "Te levo para conhecer os Doces de Pelotas!" (Gafe 1: ela já conhecia Pelotas muito bem!, Gafe 2: Ela estava em dieta restritiva de açúcar!) Seria algo meio parecido com dizer para mim: "Fiz pizza quatro queijos e ambrosia para te esperar". Eu ia adorar, AMO QUEIJO E QUALQUER COISA COM LEITE! Porém, não posso comer nada disso há um ano e cinco meses. Ai, ai!
Muito educada ela foi e não disse nada a respeito da mancada. Só descobri a gafe depois do encontro.
Nos encontramos numa lancheria central, dentro de uma galeria. Conversamos mais de uma hora, que passou voando! Falamos de psicologia, nos nossos partos, na motivação para fazer o trabalho realizado atualmente, ficamos de trocar referências de livros e de cursos e etc.
Descobrimos que temos muitos pontos em comum, que ela, inclusive, me disse que já havia percebido pelos e-mails que eu postava na lista e que as coisas que eu escrevia ela também pensava parecido. Ela usou um termo bem bacana: "Essa é das minhas!"
Para quem quiser conhecer um pouco mais do trabalho da Juliana, acessem o site dela, o Apoio Materno. Lá você encontra textos sobre parto, amamentação de filhos adotivos, período pós-parto, prevenção de acidentes, entre outros assuntos.
Beijos e boa leitura!
p.s.: Não esqueça que amanhã tem programa ao vivo na internet ao meio dia. Link para assistir na postagem do dia 22. E à noite, 21h, entrevista na Tv Cidade (Via Cabo).
Vai passar uma vídeo conferência (de uma série) sobre leite humano!!!!
Dia 25, segunda feira, das 12h às 13h30 assista ao vivo no programa Canal Saúde, site da FIOCRUZ. Clique aqui.
Tema "O Leite Humano: Uma Fonte Natural de Probióticos."
Conferencista: Dr. Franz Reis Novak (Coordenador do Centro de Referência Nacional para Bancos de Leite Humano, FIOCRUZ/IFF/ICICT).
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E, no mesmo dia, 25, à noite, para quem é de Pelotas, vai passar uma entrevista comigo na TV Cidade (Via Cabo), às 21h, Programa Vida Saudável com o apresentador Ubirajara Mello (que - pasmem - é irmão do Jorge Mello que escreveu aquele artigo sobre Parto Ecológico, cujo trecho citei aqui no BG há alguns meses atrás! Esse mundo é mesmo muito pequeno!).
AMAMENTAÇÃO PROLONGADA: vantagens para a SAÚDE MENTAL das CRIANÇAS
As crianças amamentadas por mais de 6 meses teriam menor risco de sofrer transtornos mentais no futuro, sugeriu um estudo realizado na Austrália.
"Prolongar o aleitamento materno beneficiaria a saúde mental da criança até a adolescência", escreveu no The Journal of Pediatrics a equipe de Wendy H. Oddy, do Instituto de Investigação em Saúde Infantil Telethon, em West Perth.
A amamentação ajudaria os lactentes a superar melhor o estresse e até reforçaria o apego entre a mãe e filho, dois benefícios a longo prazo.
A equipe estudou 2.366 filhos de participantes da investigação Raine (Western Australia Pregnancy Cohort Study). Foi avaliada a saúde mental de cada criança aos 2, 5, 8, 10 e 14 anos.
11% das crianças nunca havia recebido Leite Materno, e 38% havia sido amamantada menos de 6 meses e a metade, durante 6 meses ou mais.
As mulheres que optaram pela amamentação por menos de 6 meses eram mais jovens, tinham menos educação formal, eram mais pobres, estavam mais estressadas e fumavam mais que aquelas que escolheram a amamentação prolongada.
Além disso, essas mulheres eram mais propensas a sofrer depressão pós parto e seus bebês apresentavam problemas de desenvolvimento.
Em cada avaliação, a equipe descobriu que as crianças amamantadas por menos tempo se comportavam pior.
As diferentas se observaram na conduta de se internalizar, que é aquela que se interioriza a negatividade, como a depressão e a conduta que se exterioriza com agressão.
A conduta melhorava por cada mês adicional de amamentação.
O aleitamento materno por 6 meses ou mais se manteve associado positivamente com a saúde mental e o bem estar das crianças e dos adolescentes mesmo controlando a influência de fatores sociais, econômicos e psicológicos, além das experiencias nos primeiros anos de vida.
A equipe concluiu que “as intervenções orientadas a aumentar a duração da amamentação beneficiaria a saúde mental de crianças e adolescentes a longo prazo”.
The Journal of Pediatrics, 14 de diciembre del 2009 – Tradução de Marcus Renato de Carvalho
“Não há um limite máximo para a duração da amamentação e não há evidência de prejuízo psicológico ou no desenvolvimento, da amamentação no terceiro ano de vida ou depois disso.”
(Esta é uma reprodução e foi previamente aprovada pelo Dr. Marcus Renato de Carvalho)
Eu uma vez recebi um e-mail com esta dica: "Quer aliviar a tosse? Use Vick... nos pés."
Achei aquilo megamaluco, mas... falei pro meu pai natureba. Ele adorou a sugestão e experimentou. O e-mail avisava que funcionava melhor em bebês e idosos. Pelo IBGE meu pai não é idoso, mas FUNCIONOU (ele garante).
Aí, um dia desses, ou melhor dizendo, uma madrugada dessas, acompanhando partos, fui bater um papo com um super amigo meu na saída do hospital (mais que amigo, é um anjo... um dos anjos de minha vida) que me contou que usava Vick nos pés do filho dele quando esse era bebê. E também JUROU QUE FUNCIONA.
Como meu filho não tem tosse (e devo isso à amamentação, tenho toda a certeza), não "testei" nele. Melhor do que usar um monte de coisa pesada, química braba, nos nossos bens mais preciosos é poder usar da natureba.
Frente à tosse noturna, colque vick na planta dos pés e cubra com meias. Depois dê três pulinhos e grite "Salve, Ave, Salve"! (Tá depois das meias é brincadeira). :)
Ontem à noite, às 21h, na Via cabo, canal TV Cidade, estreou a primeira entrevista sobre Psicologia Pré-Natal, Parto e Amamentação no programa Vida Saudável com o apresentador Ubirajara Mello.
Quem não conseguiu assistir ontem, poderá assistir durante a semana. O programa reprisará várias vezes.
Ao fim desta entrevista, tínhamos ainda tanto o que falar que foi gravado um outro programa, que estará passando na semana seguinte (dia 25) mesmo horário. Não será mais uma semana de reprises, e sim o programa parte 2. São duas horas de entrevista ao todo!
Soube também que a entrevista da TV Ucpel com a equipe Amadrecer, gravada em dezembro, também está reprisando.
Bom, fica o convite.
O que não estiver bom, aceito críticas (amadrecer@hotmail.com) ou perguntas e sugestões.
p.s.: Fiquei TODO O FIM DE SEMANA sem meu notebook!!! Por isso não postei. Eu estava me coçando para escrever mas não tive como.
Estudo mostra como a relação afetiva pode ter influência em aspectos físicos
Pensar na pessoa amada diminui a dor. É o que sugere um estudo feito na Universidade da Califórnia em Los Angeles e publicado na revista Psychological Science. O experimento foi realizado com universitárias americanas que tinham um bom relacionamento com o namorado havia no mínimo seis meses. Durante o teste, enquanto olhavam para a fotografia do parceiro, as jovens deviam colocar a mão em uma superfície que esquentava gradualmente. Pesquisadores constataram que as moças eram menos resistentes à sensação dolorosa quando eram submetidas ao mesmo estímulo mas fitavam a imagem de um estranho. Os mesmos resultados foram obtidos quando o experimento foi repetido de forma diferente: em vez de olhar para o retrato, as participantes podiam segurar a mão do namorado ou do desconhecido no momento da aplicação do estímulo. O estudo mostrou como a relação afetiva pode ter influência não só sobre as emoções, mas também em aspectos físicos – e, nesse caso, associados ao controle fisiológico da dor.
Pensem... isso, por si só, não é motivo suficiente para querermos acompanhantes no parto??? Já diminui as anestesias, sabidamente tão prejudiciais ao parto normal.
Tipóias, Quepinas ou Kepinas eSlingssão porta-bebês de pano em forma de quadrados ou retângulos dobrados e amarrados na ponta ou presos por anéis.
O nome Kepina é proveniente de tribos indígenas do sul da América do Sul.
O nome Sling vem do uso de aros ou anéis que prendem a faixa que forma a tipóia. O tamanho é único, pois é adaptável para todas as fases do crescimento do bebê, desde seu nascimento. O que muda é o tamanho do nó, ou a altura dos anéis, dependendo do tamanho da pessoa que está carregando o bebê.
Muitas famílias têm mais de uma kepina e depois de ajustar o nó para o pai ou a mãe, por exemplo, até lavam a kepina sem tirar o nó para não precisar ajustar outra vez.
A vantagem dos porta-bebês em tipóiaé que podem ser usados em qualquer idade. É claro que de acordo com a idade e tamanhodo bebê, vão ser usados de diferentes formas.
Por exemplo:
·um bebê de 1 mês ficará dentro da kepina em posição praticamente horizontal, com a cabecinha amparada pela kepina ou pelo sling ou em posição parecida com a fetal
·um bebê maior, com 6 ou 8 meses, já vai querer ficar mais em posição vertical ou de "cavalinho", com as pernas abertas na cintura de quem o estiver carregando, entende? Sua cabeça já não precisa da kepina para ampará-la, pois ele já a sustenta sozinho.
·uma criança de mais de um ano pode ser carregada sem problemas. Na verdade você usa a kepina até enquanto você agüentar carregar a criança e ela desejar.
·Por experiência conhecemos gente que usa kepinamuito além dos 2 anos.
Boletim Peito Aberto Ano 21, Número 72 dezembro de 2009.
(esta publicação é uma reprodução e foi previamente aprovada pelas Amigas do Peito)
Gostou? Quer uma Kepina? Visite www.amigasdopeito.org.br
Livro bom para as grávidas (e um bom lugar para comprar)
Tenho lido muitos livros. Neste último recesso que fiz (das festas de fim de ano) comprei 10 (isso mesmo: DEZ!... hmmm deve ter sido influência do ano, só me dei conta disso agora... veja só!) de uma única vez! Estou me deliciando, já li a metade.
A grande maioria é sobre parto... eu compro em sebo quando tem, e como última opção parto (!) para a livraria.
Acontece que, a maioria deles, embora diga respeito à parto, não é indicado para gestantes. Chega a dar aflição em mim... então percebo que não deve ser indicado. Agora em dezembro conversei com duas grávidas que me disseram exatamente a mesma coisa: "eu estou selecionando o que leio, o que sinto que não vai me fazer bem, dispenso".
E está certo! Mas fico pensando que, se você for como eu quando grávida, pobre de você! Eu queria ler tudo e LI (com exceção de um capítulo de um livro que advertia logo no início, mais ou menos da seguinte maneira: "se está tudo bem com a sua gestação pule para a página tal". Bacana.)
Tá, mas chega de lenga-lenga... um dos livros que estou lendo agora acredito ser bem bom de recomendar: "Mulheres contam o parto", de Adriana Tanese Nogueira e Ciça Lessa. Eu comprei em sebo, você deve achar também. A Estante Virtual é um ótimo lugar para se comprar livros, ela compila sebos do Brasil todo. Uma ma-ra-vi-lha!
O livro trata de dezessete mulheres contando seus partos, suas experiências, seus deliciamentos, suas decepções, medos e receios, conquistas e superações. Bem legal. Várias trajetórias que nos fazem pensar que caminho queremos seguir. É uma boa indicação de leitura para o verão (seja para curtir na praia, na piscina ou fazendo repouso em casa.
Boa leitura! E não esqueça do FPS (no rosto e na barriga!).
Título esquisito? É, eu sei. Eu, particularmente, A-DO-RO títulos esquisitos... desde que bem contextualizados, claro.
Explico:
Cuidado com aquilo que você faz perto de uma criança... pode ter certeza: ela está prestando atenção.
Minha mãe, semanalmente, passa algumas horas com meu filho (quando não é a babá, o pai ou o vô). E... a vó dele (minha mãe) adora tirar o pó: tira pó com pano, tira pó com espanador, tira pó com aspirador de pó... E aonde não entram essas coisas, nem pano, pena ou "chupa-pó"? A solução que a "bó" achou foi o sopro! Isso mesmo, uma bela duma assoprada em cantinhos de janela e entre miniaturas ou alguma outra parte difícil do mobiliário.
E cá estávamos nós, hoje, subindo lances de escada e por cada janela que ele (meu bebê!) passava, primeiro sacudia a janela e depois fazia "FFFUUUU FFFFUUUUU"...
p.s.: eu sei que as postagens eram de 3 em 3 dias, mas estou borbulhando pensamentos.
Quando eu estava grávida, ninguém me contou que...
...amamentação era coisa demorada. Que eu teria de amamentar talvez até 12 vezes em um único dia, e que estas mamadas durariam mais de meia hora cada vez. Eu pensava que ali o bebê tomava o leite que havia disponível (que esgota em uns 5, 6 minutos) e que estaria satisfeito. Ninguém me disse que ele seguiria mamando mesmo sem leite saindo e que dali a alguns poucos minutos (10 ou mais) uma nova "remessa de leite" viria. Ninguém me contou que quando um bebê vai ao peito o leite não sai na hora. Que é preciso um certo tempo de estímulo "mamando no seco" até que o leite comece a sair (e que isso não leva segundos e sim minutos - exceto em raríssimos dias de peito estourando).
Também não me disseram que horário de almoço já não existiria e que almoçar com a família sem ser "interrompida" seria algo raro. Também não sabia que falar ao telefone seria algo tão pouco frequente, uma conversa inteira como antes era. Também não sabia que na hora de fazer dormir tudo o que se menos quer é ser lembrada por alguém naquele momento (que ninguém ligue para o celular nem apite nossa campainha). Não me disseram que meus banhos dependeriam de outra pessoa que pudesse cuidar dele ou que levá-lo para o banheiro era tomar banho com choros e pedidos inconsoláveis de colo.
Ninguém me disse que os primeiros dias (e às vezes semanas) do bebê nós mais nos parecemos com um bicho do que com uma graciosa mulher (sonolenta, com olheiras, cabelo desgrenhado, unhas sem fazer, dentes por escovar e camisola). Um dia meu cunhado me disse: "Que legal te ver de roupa!" Era Natal.
Ninguém nunca foi tão claro a ponto de me fazer entender que um filho dá trabalho. Eu sabia que dava, mas não sabia que era tanto.
Muito gente dizia que ter filho é ótimo, eu achei que podia ser bom, mas não sabia... que era TANTO!
*Não se assustem. Essa fase passa rápido, e por incrível que pareça, dá saudade!
Curso de Gestantes Amadrecer: Inscrições abertas na Rosa Limão Baby, Rua Voluntários nº 960 -Pelotas (a data será divulgada às inscritas quando fechar turma mínima);
Curso de Doulas (certificado pela ANDO): Inscrições abertas também na Rosa Limão Baby (data provável: 16 à 19 de abril no HUSFP);
Dia 18 às 21h: entrevista na TV Cidade (na Via Cabo), programa Vida Saudável com o apresentador Ubirajara Mello (reprisa durante a semana);
Dia 25 às 21h: segunda entrevista na TV Cidade (na Via Cabo), programa Vida Saudável com o apresentador Ubirajara Mello (reprisa durante a semana);
(ATIVIDADES DE JAGUARÃO ESTÃO TEMPORARIAMENTE SUSPENSAS)
Dia 28 às 19h: Roda de Gestantes em Pelotas (provavelmente na Félix, 772 sala 304);
Dia 29 às 19h: Roda de Amamentação em Pelotas (provavelmente na Rua Félix, 772 sala 304);
Postagens seguirão na mesma política: todo dia múltiplo de 3.
Vitrine de Dezembro (que virou: Retrospectiva 2009)
Dia 05 de dezembro Amadrecer promoveu a I Capacitação de Multiplicadores em Aleitamento Materno na Cidade de Jaguarão/RS, promovido pela Secretaria de Saúde da cidade direcionado aos profissionais e agentes de saúde. O curso teve duração de 6 h. Ao fim do dia eu estava moída de tanto falar, mas extremamente feliz. Respondi muitas perguntas, o que para mim foi o melhor sinal de interesse dos alunos. (A foto mostra um dos lados da platéia, estavam presentes algo em torno de 30 alunos).
Dia 12 de dezembro nasceu a Roda de Amamentação Amadrecer também na cidade de Jaguarão.
No início do mês recebi o resultado dos selecionados para o mestrado: passei! Porém, não me matriculei. Sem bolsa não dá.
A Roda de Grávidas Amadrecer – em Pelotas (não era esse nome, mas me deu vontade de usar agora) deste mês (que não foi na última quinta, como de costume, e sim dia 17) só teve um casal e uma interessada em saber mais, mas estava super bom! Assistimos um filme sobre amamentação na primeira hora e ali foram exibidos alguns partos; pudemos conversar, esclarecer dúvidas, foi bem bacana.
O Blog da Barriga Boa, da doula Pri Cavalcanti, publicou mais um texto meu (sem saber que era meu quando pediu autorização!!). Foi aquele artigo sobre o quadro “E agora, mamãe” do programa Jornal do Almoço que é exibido na RBS TV.
Conheci pessoalmente, numa doceria central, a psicóloga Liana Mendonça (autora do blog Casa de Chá). O encontro foi marcado para materializar o encontro virtual (lembram da entrevista dos psicólogos blogueiros no CRP?) junto com o psicólogo Francisco Vidal (autor do blog Pelotas, Capital Cultural).
Recebi um convite para ser colunista de outro blog, mas enquanto não acontece não vou escrever aqui maiores detalhes. Vamos esperar.
Dia 23 foi ao ar, ao vivo, pela TV UCPel, uma entrevista da equipe Amadrecer. Eram para estar todas presentes (psi/doula, nutricionista, ed. Física, massoterapeuta) mas, por percalços, só pôde comparecer comigo a educadora física (Isadora Larrosa). Falou-se sobre exercícios na gestação, controle de peso, preparo físico para o parto e recuperação pós-parto, preparo emocional para o parto, métodos cognitivos de controle da dor, participação do pai na gestação, nascimento e cuidados com bebê, curso de gestantes (sem data confirmada) e de doulas (data provável: 18 à 21 de março, inscrições abertas para ambos cursos na Rosa Limão Baby – Voluntários, 960), Roda de Amamentação e de grávidas, e um pouco da história da Amadrecer (a idealização, a formação do trabalho), falamos do BG, parto de cócoras, etc. Foram quase 30 minutos onde se conversou sobre muita coisa. Saí com a sensação de que ficou incompleto, pela metade, que não deu para passar a mensagem por inteiro, que não fui objetiva. Decidi que nunca mais falo de tanto assunto junto. As próximas vezes (se houverem!) serão sobre dois ou três assuntos específicos (no máximo!) para não ficar tão evasiva.
Dia 28 houve uma participação de uns 10-15minutos naRádio Tupanci (de Pelotas) por telefone sobre a psicologia pré-natal e o grupo de gestantes. Divulguei o blog, o que é sempre bom.
E neste clima encerramos o ano com felicidade, muito se ganhou. O BG (Blog da Gestante) cresceu muito, muitas parcerias foram feitas, algumas poucas foram desmanchadas por incompatibilidade, mas costumo contabilizar os ganhos.
Hoje, o BG tem: uma agenda de postagens (a próxima será dia 03 de janeiro), tem grupos, cursos, tem equipe, tem filho (Amadrecer), tem visibilidade para além das pacientes (que foram a mola propulsora das primeiras postagens) e para além da região (já alcançou Paraná, São Paulo, etc).
2009 foi maravilhoso! Até os tropeços e as quedas foram boas. Assim como meu filho, me tornei mais forte com elas.
... E a vitrine de dezembro acabou virando retrospectiva 2009...
Que venha 2010! E que seja feliz (pra mim, pra você e para aqueles que ainda não chegaram)!
Não precisa aquecer água todo dia, nem manter em jarra térmica, nem carregar algodão, nem utilizar sabonetes... eu sou fã!
É verdade que muitos pediatras não recomendam, mas de mãe para mãe: eu recomendo sim.
Justificativa dos que contra-indicam: causador de assaduras.
Não concordo, veja bem porquê: a menos que seu bebê seja extremamente sensível (sendo inclusive a sabonetes de bebê, que também tem compostos químicos, embora bem suaves, como é o caso dos lencinhos) o que causa as assaduras dos lenços umedecidos não é O LENÇO, mas o “pós-lenço”.
Explico: o lenço age como um algodão molhado e ensaboado sem no entanto necessitar de enxágüe. Mas o que todo mundo faz depois de usar os algodões? Seca. E os lenços? Nem todo mundo seca. E é aí que mora o perigo.
Bumbum úmido = assaduras
É por isso que depois da invenção da fralda com absorção com gel o número de assaduras diminuiu.
Então faça o seguinte: quando usar lencinhos não economize. Use tantos quantos forem necessários (em caso de cocô, pois quando é xixi um só basta) para a limpeza do bumbum e das dobrinhas, até que o lencinho saia sem sujeira. Não esfregue na pele delicada do bebê.
E tenha SEMPRE junto com o pacote de lenços uma fralda de pano para secar o bumbum (sem esfregar, só tocando e absorvendo) e (muito muito importante) as dobrinhas – do bumbum, da virilha, dentro do bumbum etc.
E faça bom proveito desta facilidade!
p.s.: Já pegou o seu presente de Natal? Vá até a postagem de 24/12 e faça seus downloads!
"So this is Christmas And what have you done Another year over And a new one just begun And so this is Christmas I hope you'll have fun The near and the dear one The old and the young..."
(Happy Xmas - John Lennon)
Eu amo internet. Até presente dá para dar!
Separei para as leitoras do BG três materiais especiais para download. Guardei especialmente para a data do Natal.
O primeiro é uma cartilha de gestantes super didática que é baseada na tese de mestrado da USP de uma enfermeira obstetriz (Luciana); os outros dois fazem parte da Natura Mamãe e Bebê sendo uma música com instruções para automassagem (massagem que se faz em si mesma) e um guia/livreto de automassagem com fotos e explicações. É só clicar em cima do título e escolher em que parte do seu computador você irá salvar (se encontrar dificuldades me escreva).